Quinta-feira, 29 de outubro de 2026
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MÃE DENUNCIA QUE MÉDICA TERIA SE RECUSADO A ATENDER ADOLESCENTE DE 15 ANOS COM FORTES DORES NA UNIDADE DE SAÚDE SILVIA SANTOS, EM CODÓ

A mãe relata que esperou até aproximadamente 11h30, mas a filha não foi chamada para a consulta. Ela afirma ainda que, durante a espera, percebeu a médica utilizando o celular, enquanto a adolescente continuava chorando de dor.

A mãe relata que esperou até aproximadamente 11h30, mas a filha não foi chamada para a consulta. Ela afirma ainda que, durante a espera, percebeu a médica utilizando o celular, enquanto a adolescente continuava chorando de dor.

Uma mãe procurou o Portal Ramyria Santiago para denunciar uma situação que, segundo ela, aconteceu na Unidade de Saúde Silvia Santos, localizada no bairro São Pedro, em Codó.

De acordo com o relato, na terça-feira (27), por volta das 10h, ela levou sua filha, Maria Vitória Freitas da Silva, de 15 anos, à unidade de saúde. A adolescente estava sentindo fortes dores na região inferior da barriga e na lombar, chegando a chorar e se contorcer de dor.

A mãe afirma que a filha passou pela triagem e teve seu cadastro realizado na recepção. Em seguida, foi orientada pelas enfermeiras a entrar na sala de atendimento. No entanto, segundo a denúncia, a médica identificada como Dra. Hiana pediu que aguardassem do lado de fora, dizendo que chamaria a paciente.

A mãe relata que esperou até aproximadamente 11h30, mas a filha não foi chamada para a consulta. Ela afirma ainda que, durante a espera, percebeu a médica utilizando o celular, enquanto a adolescente continuava chorando de dor.

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Ainda segundo a mãe, as funcionárias informaram que não poderiam fazer nada, pois somente a médica poderia chamar a paciente. Posteriormente, orientaram que ela levasse a filha a outro local.

Indignada com a situação, a mãe afirma que decidiu sair da unidade e voltar para casa com a filha sem conseguir a consulta que procurava. Ela explica que a adolescente já aguardava uma consulta com ginecologista e que a família não tem condições financeiras de pagar atendimento particular.

A mãe disse que não quis causar confusão na unidade, mas considerou injusto o que aconteceu, principalmente porque a filha estava sentindo dores e, mesmo após passar pela triagem, não teria recebido atendimento médico.

Fica o questionamento: por que uma adolescente que chegou à unidade com dores, passou pela triagem e aguardava atendimento teria saído sem conseguir ser examinada por um médica?

Quantos atendimentos essa médica já recusou em Codó??

O portal Ramyria Santiago quer ouvir a doutora e também secretaria de Saúde!!!

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