Em declaração prestada à página de notiicaa MARANHÃO _MAIS logo após reunião com a Interpol, a advogada Nathaly Moraes, representante das famílias dos menores desaparecidos em Bacabal, afirmou que a atuação do órgão internacional traz renovada esperança para o caso.
Segundo a jurista, a entrada oficial da polícia internacional reforça a tese trabalhada pela defesa desde os primeiros dias das buscas.
”Nós estamos assim, com muita ansiedade, porque era algo que nós queríamos. Tanto que nós procuramos inicialmente a Polícia Federal, porque nós, desde o começo, entendíamos que podia ser um caso de tráfico de pessoas. Então, quando a Interpol nos chama e coloca as ferramentas dela à nossa disposição e entra nessa luta com a gente, em busca de encontrar e fazer esse cruzamento de informações, a gente entende que nós estamos muito mais perto de uma resposta assertiva”, declarou a advogada.
Segundo a jurista, a entrada oficial da polícia internacional reforça a tese trabalhada pela defesa desde os primeiros dias das buscas.
Durante a entrevista, Nathaly Moraes comentou a situação das crianças — iincluindo Allan Michael e Ágatha — e sinalizou que as apurações indicam a possibilidade de uma delas não estar mais em território nacional.
Ao ser questionada sobre o paradeiro da menina estar no exterior, a advogada confirmou: “Seria fora do Brasil”.
Apesar do avanço nas tratativas com as autoridades federais e internacionais, os desdobramentos específicos do trabalho de inteligência seguem sob confidencialidade.
”As investigações estão em andamento, né? Todo o processo é sigiloso, tá tudo em sigilo. A gente não pode adentrar muito, mas assim que nós tivermos uma resposta mais direcionada, a gente vai estar passando essas informações”, concluiu Nathaly sobre o caso que já se arrasta há 8 meses.
A expectativa da defesa é que o cruzamento de dados realizado pela Interpol proporcione pistas decisivas para a localização das crianças.
Fonte: blog do Acélio





