Quarta-feira, 21 de outubro de 2026
Publicidade
/apidata/imgcache/878c7a51cfdb3b32251191c59be59d4f.webp

MÃES ATÍPICAS PEDEM SOCORRO EM CODÓ: CRIANÇAS ESTÃO HÁ QUASE QUATRO MESES SEM TERAPIAS POR FALTA DE AR-CONDICIONADOS

Mães denunciam abandono, falta de estrutura e cobram providências da Prefeitura e da Secretaria Municipal de Saúde.

Mães denunciam abandono, falta de estrutura e cobram providências da Prefeitura e da Secretaria Municipal de Saúde.

“Nossos filhos estão em casa sem fazer terapia, e ninguém resolve nada. Só queremos que nossos filhos tenham direito ao atendimento de que precisam”, é o apelo das mães, conforme os relatos enviados à reportagem.

Mães denunciam abandono, falta de estrutura e cobram providências da Prefeitura e da Secretaria Municipal de Saúde.

Mães de crianças atípicas estão pedindo socorro em Codó. Segundo relatos encaminhados ao Portal Ramyria Santiago, crianças que necessitam de acompanhamento terapêutico estão há quase quatro meses sem atendimento após problemas nos aparelhos de ar-condicionado do espaço onde as terapias são realizadas.

Os atendimentos que antes aconteciam no CEC foram transferidos para o prédio do instituto Nilson Gomes, na Rua Goiás, bairro santo Antônio 1301. No entanto, a mudança teria ocorrido sem que houvesse estrutura adequada para garantir a continuidade dos serviços. Os aparelhos de ar-condicionado de pelo menos três salas estão com defeito, prejudicando o funcionamento das atividades.

Entre os atendimentos, estão comprometidos o pedagogo, terapia ocupacional e fonoaudiologia e etc.... Sem esses acompanhamentos, as crianças permanecem em casa, enquanto as famílias enfrentam angústia e incerteza sobre quando os serviços serão normalizados.

As mães também relatam dificuldades com a falta de salas adequadas e afirmam que algumas crianças ficam agitadas diante das condições do ambiente. Para famílias que dependem dessas terapias para o desenvolvimento dos filhos, cada semana sem atendimento representa uma preocupação a mais.

Publicidade
/apidata/imgcache/c6815b5c82db5d4cfbba55beb5dced63.webp?banner=postmiddle&when=1792620201&who=368

Elas cobram uma resposta urgente da Prefeitura de Codó e da Secretaria Municipal responsável, para que os aparelhos sejam consertados e os atendimentos retomados o mais rápido possível.

A pergunta que fica é: até quando essas crianças e suas famílias terão que esperar por uma solução?

Leia também

Buscar no PRS