Domingo, 12 de julho de 2026
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2 ANOS DEPOIS: Com mais de 300 casas sem moradores Residencial São Pedro está cada vez mais inseguro

As mil casas do residencial São Pedro fazem parte da terceira e última etapa do programa Minha Casa, Minha Vida. Foram entregues no dia 13 de maio de 2016 e, acredite, mais de dois anos e três meses depois quase metade delas continua sem moradores.

2 ANOS DEPOIS: Com mais de 300 casas sem moradores Residencial São Pedro está cada vez mais inseguro

As mil casas do residencial São Pedro fazem parte da terceira e última etapa do programa Minha Casa, Minha Vida.

Foram entregues no dia 13 de maio de 2016 e, acredite, mais de dois anos e três meses depois quase metade delas continua sem moradores.

“O tanto de casa que tem é mais ou menos isso aí, umas 300 pra lá…MAIS DE 300? Mais de 300 (…) POR QUE NÃO VEM MORAR? É porque tem outra casa se não tivesse tava aqui né”, contabilizou, rapidamente, o vendedor ambulante, morador do residencial, Albino Batista.

Há grande número de casas inabitadas.

A casa vizinha de Magdala Salazar, na rua Belina, é um exemplo deste descaso. Ela se mudou no dia seguinte à entrega (Maio/2016), mas nunca conheceu grande parte do que era pra ser sua vizinhança.

 “TEM VIZINHO ASSIM DO LADO QUE A SENHORA NUNCA VIU? Tem, com certeza, como esse aqui do lado a gente não sabe nem quem é(…)  Não conheço …O QUE A SENHORA ACHA DISSO? Eu acho assim que um residencial como esse, seria era bom fizesse o sorteio e visse quem são as pessoas que, realmente, precisa”, respondeu

Como a área fica distante do centro da cidade e existem dezenas de moradias inabitadas o São Pedro virou o residencial mais visado por assaltantes e arrombadores.

ISOLADOS E COM MEDO

Morar numa rua, praticamente, deserta como muitas que presenciamos tem outras desvantagens. É que quanto mais isolado fica o morador, sem vizinhança, mais a mercê dos bandidos ele fica.

Dona Verônica Maranhão reconhece o problema da falta de vizinhos para aquele momento da emergência já que nem toda hora passa polícia por aqui.

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“Fica complicado…POR QUÊ? Porque você fica desamparada, não tem um vizinho assim, as vezes você pode tá sozinho em casa e aí não tem por quem chamar, na hora, né, aqui tem essa dificuldade”, disse

ASSALTADO 2 VEZES

O pequeno comércio de seu Altaídes Neves já foi assaltado duas vezes, para ele e muitos outros que, realmente, vieram ocupar as casas que ganharam do governo federal o que há de mais urgente aqui é  acabar com a insegurança

 “Pede alguma coisa, a gente pensa que é algum cliente, saca pela arma e fala – é um assalto – aí tem que entregar tudo…O QUE TEM QUE SER FEITO URGENTE? Tem que ter um posto policial aqui (…) nós todos aqui que trabalha nós estamos necessitando da segurança”, respondeu o comerciante

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