Domingo, 12 de julho de 2026
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CODÓ AMANHECEU COM MA-026 INTERDITADA POR QUILOMBOLAS QUE RECLAMAM DO DESMATAMENTO CAUSADO PELA EMPRESA FC OLIVEIRA NO TERRITÓRIO DELES E DESTRUIÇÃO DE LARES .

Olá, Ramyria Santiago, nós, da comunidade Quilombola São Benedito dos Colocados, Quebradeiras de Coco município de Codó Maranhão, estamos a aterrorizados diantes dos fatos que vem ocorrendo dentro de nosso território, feito pelo o grupo FC Oliveira, gerando com motor serra e desmatando com trator.

CODÓ AMANHECEU COM MA-026 INTERDITADA POR QUILOMBOLAS QUE RECLAMAM DO DESMATAMENTO CAUSADO PELA EMPRESA FC OLIVEIRA NO TERRITÓRIO DELES E DESTRUIÇÃO DE LARES .

Olá, Ramyria Santiago, nós, da comunidade Quilombola São Benedito dos Colocados, Quebradeiras de Coco município de Codó Maranhão, estamos a aterrorizados diantes dos fatos que vem ocorrendo dentro de nosso território, feito pelo o grupo FC Oliveira, gerando com motor serra e desmatando com trator.  Ramyria, para nós está dentro do nosso território, ele diz tem autorização da Sema, mais será que nem eles e nem a sema não sabe que ele faz um desmatamento de tamanha magnitude ,que fica a 145 metros das casas dos quilombolas sem ter autorização da comunidade.

Porque segundo os tratados diz que eles tinham que ter conversado com nós pra eles desmatar. Que isso não a aconteceu.

E diante dos exposto, a comunidade Quilombola são Benedito dos Colocados decidiu agora as 14:30 hs conversar e parar o trator e amanhã e depois fazer manifestação nós principais pontos da cidade.

Os quilombolas de São Benedito dos Colocados, em Codó, Maranhão, estão lutando pela preservação do território.

O conflito por terra se intensifica na comunidade quilombola em função do desmatamento rápido e violento com o uso de tratores do grupo FC Oliveira.

A área, habitada, plantada e preservada pela comunidade tradicional, é alvo dos interesses de grupos econômicos instalados na região, que têm promovido desmatamentos com uso de tratores e outras máquinas pesadas, além do aval da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema) e a inércia do Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma).

Embora o processo de titulação nos órgãos fundiários esteja parado, o georreferenciamento da área já foi realizado e a comunidade denuncia que o desmatamento está invadindo a área georreferenciada.

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Certificada pela Fundação Cultural Palmares como território remanescente de quilombo, a comunidade ocupa a área que é habitada desde 1870. Há diversas semanas, a comunidade vem denunciando o desmatamento junto à diversas instituições e através das redes sociais.

A tensão só aumenta na região.

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