Sábado, 27 de junho de 2026
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DENÚNCIA GRAVE: Morador de Codó afirma ter sido obrigado a pagar Pix para conta pessoal de funcionário do SAAE durante transferência de ramal

DENÚNCIA GRAVE: Morador de Codó afirma ter sido obrigado a pagar Pix para conta pessoal de funcionário do SAAE durante transferência de ramal

Um morador de Codó denunciou ao Portal Ramyria Santiago uma suposta cobrança irregular realizada durante um serviço de transferência de ramal de água junto ao SAAE de Codó.

Segundo o relato, o cidadão pagou normalmente a taxa oficial de transferência no valor de R$ 40,00 diretamente ao SAAE. No entanto, ele afirma que funcionários da autarquia teriam exigido um pagamento adicional de R$ 150,00 por fora, através de Pix para uma conta pessoal.
 

O denunciante relata ainda que se recusou inicialmente a realizar o pagamento, o que teria gerado um desentendimento com os funcionários.

Ainda segundo o morador, após a discussão, o valor cobrado teria sido reduzido para R$ 100,00. Mesmo assim, ele afirma que se sentiu pressionado a efetuar o pagamento para que o serviço fosse concluído, já que ele teria pago o serviço via boleto dentro do SAAE e agora, teria que pagar novamente, só que agora seria para um funcionário.

O comprovante apresentado pelo denunciante indica que a transferência foi realizada para uma conta em nome de Jairon Jeferson Muniz.

O caso levanta questionamentos sobre a existência de cobranças não oficiais relacionadas aos serviços prestados pelo SAAE em Codó.

A prática é totalmente irregular e pode ser considerada crime de corrupção.Todo o custo de um serviço prestado pelo SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) – como a transferência de ramal, mudança de titularidade ou extensão de rede – deve ser pago exclusivamente por meio das taxas oficiais da autarquia SAAE

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Ao solicitar a transferência, o SAAE gerará uma guia de pagamento oficial (boleto ou taxa administrativa) que deve ser quitada nos bancos conveniados.

Pagar qualquer valor adicional diretamente aos funcionários na sua casa é proibido. Servidores públicos não podem cobrar taxas particulares por serviços que já são de sua atribuição no órgão. Essa prática é considerada vantagem indevida.

 

@ramyriasantiago

@portalramyriasantiago

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