Domingo, 12 de julho de 2026
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FAMÍLIAS DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA RECEBERÃO AGORA 13º EM GOVERNO DE BOLSONARO.

Na primeira entrevista após ser anunciado futuro ministro da Cidadania, Osmar Terra (MDB-RS) disse nesta quarta-feira, 28, que o novo governo vai cumprir a promessa de campanha do presidente eleito, Jair Bolsonaro, e o 13º para o Bolsa Família será pago.

FAMÍLIAS DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA RECEBERÃO AGORA 13º  EM GOVERNO DE BOLSONARO.

Na primeira entrevista após ser anunciado futuro ministro da Cidadania, Osmar Terra (MDB-RS) disse nesta quarta-feira, 28, que o novo governo vai cumprir a promessa de campanha do presidente eleito, Jair Bolsonaro, e o 13º para o Bolsa Família será pago. O Ministério vai reunir as pastas do Desenvolvimento Social, Esporte e Cultura, além de parte do acolhimento a dependentes da Secretaria de Drogas.

Ele avisou que serão feitos novos pentes-finos nos programas sociais, de forma a reduzir ainda mais irregularidades que ainda possam existir e liberar recursos para o pagamento de mais benefícios a quem realmente precisa.

O novo ministro, que é deputado pelo MDB, informou que seu nome foi escolhido a partir de “um movimento das frentes parlamentares da assistência social, das pessoas com doenças raras, da primeira infância, dos deficientes, dos idosos”. E emendou: “juntaram todas as frentes que têm a ver com essa área e deram respaldo ao meu nome”.

O ministério estava sendo reivindicado pela bancada evangélica e, ainda, o senador derrotado à reeleição Magno Malta (PR-ES). Este último está, até agora, sem lugar no governo Bolsonaro. Com a escolha de Terra para a Cidadania, Bolsonaro reforça o discurso de compor os ministérios com indicação de bancadas e não de partidos.

Terra assegurou que “todos os programas (sociais) vão continuar, agora com a possibilidade de ampliar e avançar em algumas áreas”. Disse ainda que o programa Criança Feliz, que tem como patrona a atual primeira-dama, Marcela Temer, também será mantido e ampliado. “O Bolsa Família vai ser um programa que vai estimular muito a questão de geração de emprego e renda, por orientação do presidente, principalmente para os jovens”, comentou ele, acrescentando que a ideia é integrar o Bolsa Família com outros programas da área de esportes, que foi absorvida pela nova pasta.

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“Vamos trabalhar bastante mas focado sempre na população mais vulnerável, mais pobre, que são os usuários do bolsa família e toda população que está no cadastro único, que é metade da população brasileira”, declarou. Osmar Terra ressaltou, no entanto, que “o maior programa de combate à pobreza é a geração de emprego e renda”. “A maior vitória de um programa é a diminuição das pessoas que precisam daquele programa, que é no que vamos procurar trabalhar”, completou.

O novo ministro da Cidadania lembrou que, no período em que esteve à frente do Ministério do Desenvolvimento Social do governo de Michel Temer, iniciou um pente-fino no cadastro dos programas sociais do governo e garantiu que isso vai continuar. “Já fizemos isso nos últimos anos. Vamos agora desenvolver com mais força. Tiramos os que não precisavam: foram cinco milhões de famílias que saíram do programa em dois anos e entraram aqueles que precisavam. Então, pela primeira vez na história do bolsa família desde 2003, se terminou com a fila. Faz um ano que não tem mais fila”, afirmou.

Sobre a participação da futura primeira-dama Michelle Bolsonaro, o futuro ministro disse que “ela é envolvida com área social e já tem trabalho importante na área de crianças com deficiência auditiva”. E emendou: “ela com certeza vai ajudar”. O ministro disse ainda que os titulares das futuras secretarias dos Esportes e da Cultura ainda não foram escolhidos. Evitou ainda comentar sobre a Lei Rouanet, justificando que ainda vai estudar esta questão. Em relação às atuais pastas das Mulheres e dos Direitos Humanos, Osmar Terra informou que elas serão abrigadas em outros ministérios.

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