Após uma semana da decisão judicial que motivou o cancelamento do “bloquinho” Camaleões, o assunto ainda repercute em Codó.
A megaestrutura que contava com trio elétrico, cantor famoso e paredões de som automotivo, além da ampla divulgação em canal de televisão e nas redes sociais, chamou a atenção da sociedade codoense que questiona, até hoje, a origem do dinheiro utilizado para a realização do “bloquinho”, ao ponto de cogitar o uso de dinheiro público.
Loja de confecções, empresa de segurança privada, supermercados e produtora de eventos estão entre os 08 (oito) patrocinadores divulgados pela equipe organizadora do evento, além do apoio cultural do prefeito de Codó e de o deputado federal, Edilázio Júnior.
De acordo com o Portal da Transparência, a Prefeitura de Codó pagou R$ 4.380.001,62 a três patrocinadores do “bloquinho”, no ano de 2021.

Jamais saberemos se existe relação entre o patrocínio do “bloquinho” e os pagamentos realizados aos patrocinadores, mas uma coisa é certa: tem muita gente em Codó com os bolsos cheios de dinheiro público.




